sexta-feira, 22 de novembro de 2013

concurso literário 2013 / Philipe e Matheus; 2ºB.


Somos todos iguais

Não existe raças,

Não existe cor,

existe eu e você,

E nós somos um só!


Com um abraço amigo,

Nos tornaremos únicos.

Com um abraço de serenidade,

Mostramos o que realmente somos.

Com um abraço verdadeiro,

Nos tornaremos iguais.


Não existe indiferenças,

Não existe pensamentos diferentes,

Quando mostro o que sou,

Minha cor não importa,

Sua cor não importa.


Ser negro não está no modo de agir.

Falar que sou negro, é a minha vontade,

Vontade que vem de dentro,

Vontade de gritar e mostrar ao mundo,

Que eu tenho valor!


Sou negro,

Sou branco,

Sou mulato,

Sou o que for para ser,

Sou o que devo ser,

Sem a opinião de ninguém...


Se eu e você nos abraçarmos,

Sentiremos algo diferente,

Sentiremos que o nosso preconceito é perda de tempo

E por um minuto nos perguntaremos;


Pra quê preconceito?

Pra quê ´´nojo``?

Pra quê diferença?

Por que sou negro?


Sou a paz,

Sou o mundo,

Sou o continente,

Sou o ocidente,

Sou a região.


Sou cada canto desse mundo,

Sou eu o que o povo não fala,

Sou guerreiro,

Sou único.

Sou negro de raça, cor e pensamento,

Sou igual a você!

                                                  Philipe B. / Matheus Danilo, 2º ano E.M..

concurso literário 2013 / Thamires Souza; 2ºB.


Sou Negra

Sou eu de qual cor?

Sou eu de qual raça?

Sou eu a única de pele escura?

Sou eu menos bela por isso?

 

Enxergo-me clara e escura, como luz e sombra,

sou uma obra em construção que necessita de (tinta).

 

Sou uma pedra bruta à ser esculpida,

Sou eu uma tela abstrata, mas espelho do mundo.

A todo tempo me descubro,

Todo dia deveras ser dia.

 

Não há o que entender,

Tudo é mistério.

Sou de cor, sou de raça,

Sou Eu!

 

Meu sorriso canta, encanta,

Contrastando em minha pele.

Da história humana sou somente a base.

Dos carnavais e senzalas, mãos calejadas, exploradas, lágrimas de dor.

 

Podem tirar minha vida, mas não apagar o que significo.

Hoje sei que fiz, faço e ainda farei algo por nós, Raiz.

Nem que seja em um grito mudo de dor clamando por Igualdade.

 

Acabou o choro e a dor,

Pois eu sei que sou de raça e me orgulho.

Raça humana

Não sou a única de pele escura, sou linda

Deus me pintou assim...

Sou de cor, de raça, de peito, de origem e cultura,

Sou eu assim,

Sou negra!

 
                                                                                    Thamires Souza, 2º ano E.M..

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Concurso Literário 2013 / Leila e Beatriz; 2ºD.


O que somos?

Por que somos tão desprezados?

Por muitos não somos nem notados.

Pra que preconceito?

De que importa o que vestimos

Se ninguém liga para o que sentimos?

 

Muitos nos tratam com indiferença,

Só querem saber da aparência.

Pra que preconceito?

O que visto,

O que tenho,

Bens materiais,

Um mundo onde nem todos podem ser iguais.

 

Onde estão nossos direitos?

Só porque sou negro, não mereço respeito?

Nosso sangue é igual,

Vermelho do mesmo jeito,

Então pra quê preconceito?

 

Branco, Pardo, Mulato,

Negro ou não.

Não deveria haver descriminação.

 

Todos merecem ter o mesmo valor,

O que importa é o nosso interior.

Na terra as diferenças são demais,

Mas aos olhos de Deus somos todos iguais.
 

Leila Paiva e Beatriz Honda; 2º ano E.M.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Concurso Literário 2013 / Elismar e Rodrigo; 2ºA.


 
A vida

Dias melhores virão,
Pois eu acredito nesta nação.
Em alguma hora alguém gritará
E assim o gigante despertará.

Para trazer paz ou ilusão,
Em um destino cruel,
Sem amor no coração.

Este destino covarde,
Que te deixa longe,
Da tão sonhada liberdade.

E então depois deste grito,
Todos darão um lindo sorriso,
Para assim contemplar
O preconceito prestes a acabar.

E finalmente a diversidade
Será a igualdade entre todos.
Os povos, línguas e raças,
Unidos em um só todo.

E então o arco-íris terá sentido,
Pois o mundo será só um,
Negros, brancos e pardos,
Transformando um país sem diferenças.

Elismar Simões e Rodrigo Torres; 2ºano E.M..

Concurso Literário 2013 / Kaike e Maria Luiza; 2ºC.


Concurso Literário 2013 / André Silva Souza; 2ºC.


Preconceito ao sujeito

Todos que olham os negros, dizem:

Que cara suspeito!

Mas não se lembram,

Ninguém é perfeito.

 

Mas que negro abusado!

Por isso é maltratado,

Sempre julgado,

No mundo está largado,

Pobre negro coitado.

 

O negro,

O mundo cruel,

Você sente-se como um pedaço de papel,

Usado, largado, amassado e jogado,

Jogado no lixo,

Por um povo folgado

Que vive em um mundo abusado.

 

Mas como respeitar,

Se você não quer falar.

Todos vão te julgar,

Se você não gritar, se você não se expressar.

 

Se expresse sujeito,

Diga não ao preconceito,

escute-me!

Todos nós exigimos respeito;

E lembre se sempre,

Neste mundo,

Ninguém é perfeito.

 
André Silva Souza. 2ºAno E.M..

Concurso Literário 2013 / Vanessa e Adriana; 2ºD.


O silêncio da sociedade

Passando pela rua,

Deparo-me com pessoas e crianças

Jogadas nas calçadas,

Desprovidas da educação.

 

Andando pelas ruas,

Penso em cada vida que se vai

Por não ter abrigo ou alimento.

 

A cada passo que dou,

Sinto como se meu coração também se fosse,

Junto com aquelas vidas

Que inocentemente se vão.

 

Meu coração pede para que eu grite socorro,

Mas a minha voz ninguém pode ouvir.

O meu clamor de desespero vai embora,

Sem poder ao menos

Ajudar aquelas vidas.

 

Peço para que aqueles pobres seres

Sejam protegidos e iluminados.

No silêncio da sociedade,

Onde o grito de socorro

Ninguém pode ouvir.

Vanessa e Adriana; 2º ano E.M..

Concurso Literário 2013 / Leticia e Yasmin 2ºD.


Um mundo sem preconceito

Preconceito é um defeito

Que existe de vários jeitos.

Eu quero dizer então

Que somos todos iguais,

Que somos todos irmãos.

 

Preto, branco e mulato,

Vamos nos unir.

O preconceito é horrível

E não é para existir.

 

O preconceito,

É um ato de ignorância.

Se você for discriminado,

Não pode ter tolerância.

 

A lei nos ampara,

Tem de fazer valer,

Só assim os ignorantes

Vão ter que entender,

Que o negro ainda sofre,

Por isso devemos saber:

Racismo é uma coisa inútil

E deve o mais rápido morrer.

 

Justiça pra quê?

Quem espera por esta,

Já cansa de crer,

Desse modo, tente imaginar,

Um mundo sem preconceito

E com respeito,

Onde as pessoas passam a se entender.

 
Leticia e Yasmin; 2ºE.M..

Concurso Literário 2013 / Jennifer e Thamires; 2ºD.


Somos todos iguais

Para que tanta diferença

Se somos todos iguais?

Nascemos da mesma mistura,

Feitos de carne e osso,

Nosso sangue é vermelho,

Por isso só é visto quando derramado.

O mundo é azul

Somente quando olharmos para o lado.

 

Então porque existem,

Pessoas que insistem

Em dizer que são diferentes

Maltratando e humilhando a gente

Por nossas diferenças?

 

Pra quê por parte?

Pra quê discriminar?

Se somos todos iguais,

Não na cor, mas no olhar,

Nos sentimentos

E na forma de amar.

 

Quantas vezes todos nós

Já escutamos o nosso coração,

E aquela voz incansável

Que nos alerta para a discriminação.

 

As pessoas não querem ver,

Não querem ter a noção

Que temos de lutar em conjunto

Para combater a discriminação.

 

Vamos esquecer preconceitos

E parar de apontar,

Afinal todos queremos o mesmo,

Ser feliz e os sonhos realizar.

 

E em vez de olharmos para a pele,

Vamos todos olhar para o coração

E ver o outro como ser igual,

Não como um ladrão.

 

Respeito a todos da mesma forma,

Você não é perfeito.

Diga não ao preconceito!

 

Somos todos iguais

Perante os olhos de nosso Pai.
 
 
Jennifer da Silva e Thamires da Silva; 2ºano E.M.

Concurso Literário 2013 / Evelyn e Vitória; 2ºD.


Não, preconceito

Por que fazes assim comigo?

Fere-me com olhar debochado,

Associa-me ao perigo,

Sou negro, mas não sou bandido.

 

Pra que desigualdade?

Se sabes de toda a verdade,

De todo o sofrimento,

Mas com dignidade, não deve haver superioridade.

 

Somos diferentes, apenas diferentes,

Não compete a ninguém dizer meu valor,

Pois assim como você,

Também sou gente,

independente de tudo,

por ti tenho, amor.

 

Queria que meus pensamentos fossem atitudes

E que os seus, não fossem insanos.

Não mais me ofenda com palavras rudes,

Quer você, ou não, também sou ser humano.
 

Evelyn Seretti e Vitória Lins; 2ºano E.M..

Concurso Literário 2013 / Daniel Aquino; 2ºD.


Pluralidade Cultural

Brasil, das matas e rios,

Aos mares com navios,

Dos índios que dançam

Aos famosos que cantam.

 

Das tocas de palha

Aos prédios e muralhas,

Dos ricos e dos pobres.

 

Um país de riqueza,

Em que a copa é 1º opção,

Investimento quase zero à educação.

Dos políticos que comem dinheiro,

Dos trabalhadores que protestam por direitos.

 

Dos que moram nas favelas,

Prédios, fazendas e vielas.

Dos humildes,

Dos ricos que comem de tudo,

Aos que não tem abrigos,

Esse é o Brasil, amigos!

 
Daniel Aquino; 2ºano E.M..

Concurso literário 2013 / Wellington e Fábio; 2ºB.


Ruas Brasileiras

Tudo vazio,

Tudo sem nada,

Somente com olhos de medo e preconceito.

Amigos temem a realidade atual,

Onde a mínima diferença faz você desigual.

 

Neste mundo de tantas ruas,

Políticos roubando,

Pessoas matando, falcatruas,

As intenções que valem não são as suas.

 

Esse Brasil, novamente,

Essas vozes de dor repentinamente,

Que mostram a dor,

Levando até o mais fortes dos homens ao pavor.

 

Ruas sem dor,

Ruas sem pavor,

Tudo o que o Brasileiro necessita,

Mas a Brasília não facilita,

Para viver sua vida com amor.

 

No limiar da esperança,

Há uma luz brilhante,

Talvez insignificante,

Mas é quente e mansa.

Wellington Cássio e Fábio de Jesus; 2º anoE.M..

Concurso literário 2013 / Gustavo e Gecson; 2ºB.


O querer preconceituoso

 

Eu quero comprar uma poesia,

Como um poeta ousa escrever.

Eu quero pintar um quadro,

Seco, sem noção e sem julgado ser.

 

Quero que minha poesia no futuro,

Exale amor e reflexões

E ao mesmo tempo sensações.

 

Pensei até em ser bailarino,

Mas bailarino não posso ser,

Pois bailarino é repudiado

Aos olhos de quem o vê

Macho não pode ser.

 

Os seres são como juízes que só subjugam,

Mas nada haver.

Bailarino é só um ser,

Másculo com vontade de viver.

 

É apenas uma alma especial

Com seu eu livre ser.

Aqui ou ali o respeito e sempre bem vindo

E a chave para o mundo melhor.

Gustavo Henrique e Gecson Santos; 2ºano E.M..

Concurso Literário 2013 / Denilson e Douglas; 2ºB.


A esperança iluminada

 

Na pureza de uma vida iluminada,

O brilho da luz é de glorificação.

A batalha e a humildade é predominante

Que brilha a luta contra a corrupção.

 

Povo sem luxúria patrimonial,

Enfrentam espinhos torturantes,

A miséria e a desigualdade social

Que aumenta a cada instante.

 

Trabalhador que não vê a beleza da vida,

Somente tristeza e dor,

Vida amargurada e corrida

E ainda sofre preconceito por causa da sua cor.

 

O político tem uma vida brilhante

E conseguiu essa vida roubando ao amanhecer.

Pobre trabalhador naquela situação aterrorizante

Espera por ajuda de alguém para conseguir sobreviver.

 

Para este povo a luz não chegou,

Procuram a paz e a igualdade.

As belezas a escuridão dominou

E isto é a nossa realidade.

Denilson Veloso e Douglas Oliveira, 2º ano E.M..

Concurso literário 2013 / Daiane, Gabriel e Vandreza; 2ºB.


Mundo

Eu vi o mundo,

Eu vi o quão bonito és,

O quão diferente és

E isso o torna ideal.

 

Eu vi, e eis que o caminho de suas roseiras

Estava coberto de espinhos.

Apesar dos espinhos,

O mundo não perde a graciosidades de suas flores.

 

Eu vi o mundo,

O mundo, sim.

O mundo cheio de cores

E perfeito assim.

 

Na chuva das cores,

Nos diversos dialetos,

Aqueles que brilham,

Aqueles que pintam,

Aquela paz.

Eu vi o futuro,

Eu vi o mundo.

Daiane Ferreira, Gabriel Barreto e Vandreza Araújo, 2ºanoE.M..

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Concurso Literário 2013/ Diego e Juan; 2ºA.


O preconceito

O preconceito está em todo lugar,
Por isso o ser humano,
Tem muita coisa para mudar.
Eu vivo em um mundo,
Em que muitas diferenças há,
Pessoas classificadas por estereótipos.

Todo negro é considerado violento,
Todo branco tem preconceito.
Os portugueses não pensam direito,
Os japoneses possuem um pequeno defeito.
O preconceito está em todo lugar,
Por isso, meu amigo,
Precisamos mudar!

Para mudar essa ideia
Temos que falar com a plateia,
Isso tem que acabar.

Eu prefiro um mundo,
Em que todos sejam iguais,
Que possam viver unidos em paz.
Sem proliferar o rancor,
Mas sempre valorizando o amor.

Diego Pereira e Juan R. Vidal; 2ºano E.M..

Concurso Literário 2013 / Bruno e Alan; 2ºA.


A cidade precisa de diversidade

Nesta cidade de São Paulo,
Desse bairro do balneário,
Os alunos não estudam,
Os jovens não trabalham,
Tudo é farra,
Tudo é luxo,
Tudo é banalizado.
O que fazer com essa cidade?
O que fazer com esse povo?

Nessa cidade,
Nesse bairro,
Já não há mais respeito,
Já não há mais honestidade,
Nem há mais fraternidade.
Onde está o amor ao próximo?
Onde está o respeito com essa cidade,
Que não respeita a diversidade?
Reveja os seus conceitos!

Precisamos de paz.
Reconstruindo os valores dessa cidade,
Valorizando a diversidade,
Conseguiremos isso,
Exigindo dignidade.
A união da humanidade
É a chave para a felicidade.

Bruno Souza e Alan Pereira; 2ºano E.M..

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Concurso Literário 2013 / Caio e Daiany; 2ºA.

 
 
Caio Moreira e Daiany Sousa; 2ºano E.M..

Concurso Literário 2013 / Clemil e Leticia; 2ºA.


A era da desigualdade

Todos iguais?
Todos Diferentes?
 
A diferença é o que nos separa,
O que nos difere,

O que nos divide,
Para um lado um,
Para outro lado, outros.
Qual lado do mundo devo ficar?
Por quais devo lutar?

Colocando humanos contra humanos,
Cultivando pessoas sem cultura,

Que possuem cabeça dura
Por não aceitar o outro?

As almas têm a cor do seu sentido.
O que dá a vida?

O que se pede?
A vida tem a flor do meu sorriso,
Mais linda.

Quanto mais flor da pele.
Sou negro, sou índio e branco também sou mestiço!
E onde quer que eu vá eu vou inteiro,

Sou negro, índio e branco,
Sou Brasileiro!
Carrego o amor, e porque vivo no mundo de tanto rancor?

Sou branco, sou índio e branco também sou mestiço,
Perdido no mundo onde tem cor,

A procura de um caminho com mais amor,
Sem rancor e com igualdade social,

Porque na moral. Somos todos iguais!

 

 
Clemil S. Camelo e Leticia Carneiro; 2ºano E.M..