Não, preconceito
Por que fazes assim comigo?
Fere-me com olhar debochado,
Associa-me ao perigo,
Sou negro, mas não sou bandido.
Pra que desigualdade?
Se sabes de toda a verdade,
De todo o sofrimento,
Mas com dignidade, não deve haver superioridade.
Somos diferentes, apenas diferentes,
Não compete a ninguém dizer meu valor,
Pois assim como você,
Também sou gente,
independente de tudo,
por ti tenho, amor.
Queria que meus pensamentos fossem atitudes
E que os seus, não fossem insanos.
Não mais me ofenda com palavras rudes,
Quer você, ou não, também sou ser humano.
Evelyn Seretti e Vitória Lins; 2ºano E.M..

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