O
querer preconceituoso
Eu quero comprar uma poesia,
Como um poeta ousa escrever.
Eu quero pintar um quadro,
Seco, sem noção e sem julgado ser.
Quero que minha poesia no futuro,
Exale amor e reflexões
E ao mesmo tempo sensações.
Pensei até em ser bailarino,
Mas bailarino não posso ser,
Pois bailarino é repudiado
Aos olhos de quem o vê
Macho não pode ser.
Os seres são como juízes que só subjugam,
Mas nada haver.
Bailarino é só um ser,
Másculo com vontade de viver.
É apenas uma alma especial
Com seu eu livre ser.
Aqui ou ali o respeito e sempre bem vindo
E a chave para o mundo melhor.
Gustavo Henrique e Gecson Santos; 2ºano E.M..

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